Frequently Asked Questions | Perguntas frequentes

Te ajudamos com todas as suas dúvidas sobre intercâmbio

Preciso ter passagem de ida e volta para embarcar para o meu intercâmbio?
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Depende. Via de regra, estudantes brasileiros precisam viajar com a passagem de volta comprada. No caso da Europa, a exceção acontece se o intercambista tiver dupla nacionalidade, sendo uma delas europeia.

O mais aconselhável é comprar sim a passagem de ida e volta para não levantar suspeitas na imigração. Todos dos dias pessoas tentam permanecer ilegalmente na Europa e comportamentos como o de só viajar com a passagem de ida podem ser indicativos de que o estudante pretende ficar por tempo indeterminado no continente.

Mesmo que você vá fazer o intercâmbio de estudo + trabalho na Irlanda e pretenda renovar seu curso, compre a passagem de volta para evitar essa dor de cabeça na imigração. Se tiver uma opção de bilhete mais flexível, compre-o.

Outros documentos obrigatórios para embarcar para o intercâmbio

Além da passagem aérea de volta, o estudante precisará ter em mãos o passaporte válido. A validade exigida poderá variar de acordo com o país. Aconselhamos que ele tenha validade de, no mínimo, 6 meses após a data prevista para volta. Assim, se a volta está marcada para o dia 20 de junho, aconselhamos que o passaporte esteja válido até, pelo menos, 20 de dezembro.

O visto pode ser um dos documentos obrigatórios exigidos para o intercâmbio, vai depender do país que você pretender estudar. No caso de países da Europa, o visto não é exigido se o intercambista for estudar por até 90 dias, sendo que na Inglaterra esse prazo é de 180 dias.

Por outro lado, se o destino do intercâmbio for o Canadá o estudante precisará solicitar um visto, seja de turista ou estudante. O tipo de visto será determinado pela duração do intercâmbio, se inferior a 6 meses será visto de turista, se superior será de estudante.

Alguns países exigem, também, que o estudante tenha um seguro viagem. No caso da Irlanda, por exemplo, se o estudante for se aplicar para o visto de estudo + trabalho precisará ter o seguro governamental, mas poderá optar por adquirir ou não o seguro viagem privado. Já, no caso de Malta ou outro país que faz parte do Acordo de Schengen será necessário ter um seguro viagem com cobertura mínima de 30.000 euros.

O comprovante de acomodação é um documento obrigatório e deve ser apresentado, caso solicitado. O estudante precisará comprovar que possui lugar para ficar, nem que seja nos primeiros dias do intercâmbio.

Por último, será necessário comprovar que possui dinheiro para se manter no país sem passar dificuldades financeiras. Essa comprovação também vai variar de acordo com o país de destino, a duração do intercâmbio e o tipo de visto. No caso da Irlanda, por exemplo, se optar por fazer o intercâmbio de estudo + trabalho o estudante precisará comprovar que possui 3.000 euros. Ainda está com dúvidas sobre quais são os documentos necessários para seu intercâmbio? Converse com um de nossos consultores, pois eles são especialistas no assunto e poderão te ajudar da melhor forma possível!

Quais as formas de comprovação financeira?
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As formas de comprovação financeira dependem do país que você pretende fazer seu intercâmbio. Se for à Irlanda é de um jeito. Já, Austrália, Nova Zelândia e Canadá é de outro.  O importante é saber antecipadamente quanto e como você fará a comprovação, visto que precisará se planejar financeiramente para ter o valor exigido.

Já escrevemos um post com mais detalhes sobre a comprovação financeira da Irlanda. Nele falamos sobre todas as formas. Se o destino do seu intercâmbio é o país, dá uma lida no post, pois ele vai te responder algumas dúvidas!

Comprovação financeira Irlanda

Para se aplicar para o visto de estudo + trabalho na Irlanda o estudante precisará comprovar que possui 3 mil euros. Essa quantia é exigida pelo governo, o intuito é saber que o intercambista não passará necessidades no país. É possível comprovar a posse do valor de 3 formas, vejamos:

  • Levar o dinheiro em espécie: a primeira forma é levar os 3 mil euros em espécie, ou seja, “dinheiro vivo”. É a forma mais segura? Não, mas é uma boa opção. Se estiver pensando em escolher essa opção, compre um porta dinheiro (também conhecido como porta dólar) e deixe o dinheiro sempre nele e com você.

Lembrando que nesta hipótese você deverá colocar no planejamento financeiro o valor real dos 3 mil euros, visto que deverá comprar a moeda e levar o montante com você.

  • Levar o dinheiro em um cartão de viagem: nesse caso, o estudante precisará depositar os 3 mil euros em um cartão de débito e tirar um extrato atualizado da conta.

A data de impressão do extrato precisa respeitar o prazo de 30 dias, ou seja, o extrato pode ser impresso em 30 dias ou menos da data da entrevista do visto, prazo superior não será aceito. Inclusive, o oficial da imigração poderá solicitar um extrato mais recente. Dessa forma, você só poderá utilizar os 3 mil euros após a ida a imigração e aprovação do visto.

  • Comprovar que tem o dinheiro em conta no Brasil: a terceira opção não requer que o intercambista desembolse os 3 mil euros, mas apenas comprove que possui valor equivalente, em reais, no Brasil.

Para essa comprovação o estudante precisará apresentar um extrato bancário de uma conta corrente ou poupança que seja de sua titularidade. Além disso, é necessário que leve um cartão com permissão para fazer saques fora do Brasil.

Essa opção é bastante vantajosa, visto que o estudante não precisará comprar a moeda estrangeira, nem levar o dinheiro com ele.

Comprovação financeira demais países

Geralmente, países como Canadá, Austrália e Nova Zelândia exigem que o intercambista apresente os 3 últimos extratos bancários da sua conta ou do seu patrocinador, para comprovar que possui o valor mínimo exigido. Além disso, se o estudante for proprietário de algum bem móvel ou imóvel, como veículos ou casa própria, é interessante apresentar o documento de propriedade deles junto ao pedido de aplicação do visto.

Ainda está com dúvidas sobre como fazer a comprovação financeira? Entre em contato com um de nossos especialistas!

No intercâmbio de estudo e trabalho, o trabalho é garantido?
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No intercâmbio de estudo e trabalho o emprego não é garantido. O intercambista receberá as orientações e suporte da nossa equipe, porém a busca pelo trabalho é de sua responsabilidade, sendo um dos vários desafios que terá durante o intercâmbio.

O que o programa garante é a permissão para trabalhar legalmente por determinado período de tempo durante o intercâmbio. Não é difícil conseguir uma colocação no mercado de trabalho, basta ter disposição, foco e força de vontade para correr atrás de uma vaga de emprego. Além disso, ajuda ter um bom nível de inglês e experiência anterior na função desejada.

É preciso ter em mente que, como em qualquer lugar do mundo, empregos não caem do céu. É necessário procurar pelas vagas e se esforçar para ser contratado. É comum ter receio de não saber se virar, mas acredite você vai conseguir um emprego se seguir as orientações dos nossos consultores.

Não se preocupe se o seu nível de inglês é básico ou se você não tem experiência anterior, visto que estes não são os fatores mais importantes na hora de conseguir uma colocação no mercado de trabalho durante o intercâmbio, mas sim a disciplina e empenho em aprender e fazer dar certo.

Uma dica bem legal é quando chegar ao destino converse com seus conhecidos, colegas de classe e roomates para ver se eles sabem de alguma vaga, diga que está procurando emprego e não tenha vergonha disso. Veja, também, se existem grupos no Whatsapp ou algum grupo em alguma rede social para quem está buscando trabalho.

Para aumentar as chances de conseguir um emprego rapidamente não dependa somente de enviar currículos online e indicações de conhecidos. Saia para caminhar e leve com você alguns currículos impressos, preste atenção nas vitrines para não perder os cartazes sobre vagas disponíveis e converse com comerciantes, diga o que sabe fazer e que precisa trabalhar.

Outra dúvida muito comum a respeito do tema emprego é sobre quais são as vagas mais comuns e se será possível trabalhar na área de formação. A maioria dos estudantes começa a trabalhar no setor de serviços, como garçom/garçonete, camareira, atendente de loja, barman, dentre outros.

À medida que o inglês vai melhorando e, também, com a expansão da sua rede de contatos a possibilidade de achar uma vaga de trabalho na sua área de formação aumenta. Porém, é preciso ter o pé no chão e saber que esse emprego na área de formação dependerá de vários fatores, sendo que alguns não dependem do candidato propriamente dito, como no caso de precisar de uma autorização específica para praticar sua profissão no país, por exemplo quando for médico ou dentista.

Por fim, cabe esclarecer que não são todos os países que oferecem a possibilidade de estudar idiomas e trabalhar durante o intercâmbio. Na verdade, a maioria não dá essa permissão. Atualmente, os principais países que oferecem essa possibilidade são Irlanda, Austrália, Nova Zelândia e Canadá. Resumindo, conseguir um emprego durante o intercâmbio depende de você e o importante é não ficar sentado esperando uma oportunidade aparecer!

Como lidar com a imigração no aeroporto da minha conexão?
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Depende, visto que não necessariamente você precisará passar pela imigração no aeroporto da conexão. O procedimento vai variar de acordo com o país e se você vai ou não sair do aeroporto durante a troca de aeronaves. Caso tenha uma conexão longa e vá sair do aeroporto é aconselhável ver quais os documentos obrigatórios são exigidos pelo país da conexão também!

É importantíssimo ficar atento aos documentos, mesmo em se tratando de uma conexão em países que fazem parte do mesmo bloco econômico. Para ilustrar, temos o exemplo de Malta, que faz parte da União Europeia, mas difere dos outros países membros ao exigir que o visitante tenha em mãos, na hora de passar pela imigração, o Certificado Internacional de Vacinação e que esteja vacinado contra febre amarela.

Dicas para quem vai sair do aeroporto durante a conexão

  • Verificar quais os documentos obrigatórios para entrar no país da conexão e do destino final. Caso os documentos sejam diferentes e você não tenha algum que é exigido pelo país da conexão você poderá ser barrado e deverá esperar o outro voo dentro de uma certa área do aeroporto.

Outro exemplo comum ainda na Europa, é que para entrar e circular pelos países que fazem parte do Acordo de Schengen é preciso ter um seguro viagem com cobertura mínima de 30.000 euros. Contudo, a Irlanda e Inglaterra, não exigem esse seguro, visto que não são signatárias do acordo. É comum o turista que vai para um destes dois países não fazer o seguro, ter conexão longa em um dos países que exige o mesmo e não poder sair do aeroporto por causa da ausência dele.

  • Ao passar pela imigração tenha em mãos, dentro de uma pasta, todos os documentos obrigatórios. Contudo, só mostre para o oficial da imigração o que for pedido. O passaporte com certeza será, então já deixe ele fora da pasta.
  • Enquanto estiver na fila esperando para ser chamado não converse alto, não utilize o celular, apenas espere o momento que o oficial vai te chamar.
  • Ter certeza que o tempo da conexão será suficiente para passar pela imigração, sair do aeroporto, passear pela cidade, voltar para o aeroporto, passar pela imigração novamente e pegar o novo voo.
  • Calcular uma margem de erro para possíveis imprevistos. Assim, não basta seguir ao pé da letra a dica acima. É preciso colocar uma margem de, no mínimo, 30 minutos para possíveis imprevistos, como trânsito lento.

Dicas para quem não vai sair do aeroporto durante a conexão

Caso você decida ficar no aeroporto, há grandes chances de não precisar passar pela imigração do país da conexão, como acontece em conexões na Europa. Ainda sim, certifique-se dessa informação, que pode variar de acordo com cada país.

Na hipótese de permanecer dentro do aeroporto, é interessante já procurar mais ou menos onde será o próximo portão de embarque, visto que certos aeroportos são enormes e o tempo de deslocamento entre uma área do aeroporto e outra pode ser longo.

Ainda com dúvidas? Converse com seu consultor, ele poderá te auxiliar com mais detalhes específicos!

Qual a diferença entre conexão e escala ?
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Tanto na escala quanto na conexão haverá uma ou mais pausas durante a viagem. Contudo, a diferença será que na escala o passageiro não precisará sair do avião e, geralmente, o tempo de espera entre um voo e outro é curto. Já, na conexão é preciso sair e trocar de aeronave, sendo que o tempo de espera poderá variar entre 40 minutos ou várias horas.

Antes de falar mais detalhadamente sobre a escala e a conexão, que são opções de voos com pausas, é preciso lembrar que existe o voo direto, ou seja, sem nenhuma pausa. O voo direto é a opção mais rápida, mas quase sempre a mais cara.

Escala

Como dito, nesta opção o passageiro não precisará descer do avião antes do destino final. Geralmente, as escalas acontecem para que alguns passageiros possam desembarcar ou embarcar na aeronave, sendo comum também o abastecimento da mesma durante a pausa.

É preciso deixar claro que, o passageiro não poderá deixar a aeronave durante a escala. Via de regra, é uma pausa rápida.

Conexão

A conexão é uma modalidade de pausa que envolve a troca de aeronaves. Dessa forma, o passageiro precisará descer no aeroporto que não é seu destino final e trocar de avião para dar sequência à viagem. É possível que essa pausa seja rápida, com tempo de espera inferior a 1 hora, ou longa, com tempo de espera superior a 2 horas.

Se a espera for longa é interessante sair do aeroporto e explorar o destino da conexão. É claro que será preciso planejar bem essa saída, pois caso isso não aconteça você poderá perder seu outro voo. Não aconselhamos considerar sair do aeroporto se a conexão for inferior a 4 horas.

No caso de conexões de 8 horas ou mais é possível turistar pelo destino com mais tranquilidade. Para ilustrar, imagine que seu voo faça conexão em Londres e do aeroporto até a região central da cidade você gaste 1 hora de deslocamento de trem. Considerando o tempo da ida e da volta, você terá 6 horas para curtir a cidade. É preciso levar em conta o prazo que precisa chegar antes no aeroporto para pegar o segundo voo, ou seja, uns 60 minutos. Só aí já foram 3 horas, considere também uma margem de segurança de 1 hora para possíveis imprevistos. Neste caso, você terá 4 horas para conhecer alguns pontos turísticos da cidade.

Stopover

Por fim, dependendo da companhia aérea é possível fazer um stopover, que é uma conexão de 1 a 3 dias. Se o seu voo tiver alguma escala ou conexão antes do destino final e a companhia disponibilizar stopover, você poderá ficar mais tempo no destino da pausa, sem pagar mais caro por isso. Contudo, os gastos com alimentação e acomodação serão por conta do passageiro, sendo assim coloque isso no seu planejamento financeiro. O objetivo do stopover é estimular o turismo no país da pausa, sendo que todos saem ganhando, visto que o passageiro terá a chance de conhecer um destino diferente sem pagar mais caro pela passagem.

O que devo avaliar na hora de decidir a escola para o meu intercâmbio?
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Para escolher a melhor escola é preciso avaliar a infraestrutura da mesma, se ela possui as certificações que o governo exige, se está bem localizada, se possui um bom mix de nacionalidades, preço competitivo, professores nativos e se será capaz de te ajudar a alcançar seus objetivos.

Importante lembrar que, de nada adianta a escola ser barata se não oferecer qualidade de ensino. Assim como, não adianta ser famosa se não é boa. Seu foco tem que ser no aprendizado do idioma, sendo que ter bons professores e conviver com pessoas de diversas nacionalidades vai impactar diretamente na qualidade do aprendizado.

Infraestrutura da escola

Não é o principal item a ser avaliado, visto que você não precisa de uma sala de aula toda tecnológica para aprender, mas é interessante observar se a escola possui biblioteca e uma estrutura básica para atender os estudantes.

Certificações exigidas pelo governo

Item super importante, já que confere segurança ao aluno, que não conhece as instituições de ensino do país e precisa escolher antecipadamente em qual delas vai estudar. No caso da Irlanda, por exemplo, é preciso analisar a lista do ACELS.

Interessante, também, conversar com estudantes que estudam ou estudaram na escola que você tem interesse. Neste caso, leve em consideração a opinião deles, mas com cautela, visto que o motivo dele ter gostado ou não pode ser bem subjetivo. Se possível, pergunte o porquê da pessoa recomendar ou não a instituição.

Preço competitivo

É claro que o preço é um item a ser avaliado, sendo um dos fatores que mais influencia na hora de decidir a escola. Contudo, tenha cautela ao analisa-las levando em consideração esse fator, visto que instituições incrivelmente baratas não oferecem muita qualidade de ensino.

Se o seu orçamento estiver restrito o ideal é escolher uma escola custo x benefício. Não precisa pegar a mais barata que não te oferecerá qualidade, mas também não precisa escolher a mais cara e se endividar para pagá-la.

Mix de nacionalidades

Importantíssimo avaliar se a escola possui um bom mix de nacionalidades, ou seja, se possui estudantes de vários lugares do mundo matriculados. Por quê? Simples, se uma escola tiver muitos alunos brasileiros a chance de você escutar português pelos corredores é muito grande, assim como a chance de fazer amizade com gringos é menor e isso é ruim pois vai diminuir sua imersão no idioma que você deseja aprender ou aprimorar.

Localização

Não é o item mais importante a ser considerado, mas deve ser analisado, já que se você conseguir morar, estudar e trabalhar na mesma região vai economizar tempo e dinheiro.

Te ajudar a alcançar seus objetivos

Para fechar a lista de itens a serem considerados na hora de escolher a escola para o intercâmbio, é preciso que a instituição seja capaz de te ajudar a alcançar seus objetivos.

Assim, se o seu intuito é imersão completa no idioma, uma escola com bom mix de nacionalidades, infraestrutura com biblioteca e atividades extraclasse, bem como professores nativos será ideal para te proporcionar um bom aprendizado.

Como decidir o destino ideal para o meu intercâmbio?
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Decidir o destino do intercâmbio envolve responder algumas perguntas, sendo umas mais práticas e fáceis, como qual idioma você quer aprender? Já, outras perguntas um pouco mais pessoais, como quanto dinheiro você tem para investir e qual o objetivo da experiência?

Não existe resposta certa ou errada, apenas respostas diferentes. O mundo é enorme e temos certeza que o destino ideal para seu intercâmbio está ao seu alcance, basta refletir um pouco, pesquisar bastante e contar com a ajuda de pessoas capazes para fazer a experiência se transformar em realidade!

Abaixo você vai conferir uma listinha que nossos especialistas fizeram com as principais perguntas que você precisa responder para decidir o destino ideal para o intercâmbio!

Qual língua você quer aprender?

Alguns idiomas como o alemão vão restringir suas opções de destinos. Já, outras como o inglês vão abrir o leque de opções. Caso o idioma desejado seja o inglês, será preciso responder outras perguntas.

Quanto tempo você pode ficar fora?

Muitos intercambistas tem apenas 1 mês, que é o período de férias do trabalho ou faculdade. Já, outros escolhem investir mais tempo para vivenciar mais a cultura e língua. Se você puder ficar apenas 1 mês é interessante escolher destinos na Europa ou América do Norte, pois o tempo de deslocamento e, consequentemente, gasto com passagem será menor.

Quer estudar e trabalhar?

Para estudar e trabalhar é preciso ter mais tempo, a partir de 16 semanas no caso da Austrália e a partir de 24 semanas no caso da Irlanda. O investimento também vai ser mais alto, porém com a permissão para trabalho você terá grandes chances de recuperar parte do dinheiro investido. Além disso, terá mais chances de praticar o inglês e se integrar com a cultura do país escolhido.

Via de regra, destinos na América do Norte não permitem estudar idiomas e trabalhar. Assim, é interessante optar pela Europa ou Oceania.

Quanto você tem para investir no intercâmbio?

Se o orçamento estiver apertado é interessante evitar Estados Unidos e Inglaterra, pois são países com custo de vida alto. Irlanda é o melhor destino para quem está com orçamento apertado e deseja estudar e trabalhar, pois o programa costuma ficar mais barato que os da Austrália e Nova Zelândia.

Se importa em morar em um destino com clima frio?

É claro que as temperaturas vão depender da época do ano, mas de um modo geral alguns destinos são mais frios que outros. Se você não curtir frio evite Canadá, Inglaterra e Irlanda entre os meses de outubro a maio, por exemplo.

Se preferir temperaturas amenas a África do Sul possui clima mais quente, assim como a Austrália e Malta. Depois de responder as perguntas acima tenho certeza que você terá reduzido suas opções, caso ainda esteja em dúvida faça uma lista com os prós e contras de cada lugar. Deixe na sua lista dois ou três destinos, é essencial ter flexibilidade, pois se o primeiro não der certo você terá um plano B.

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